Quando menino imaginava que todas as pessoas gostavam de futebol e algumas eram fanáticas como eu. Imaginava que o jogo era bom de se jogar e o estádio era um ótimo lugar para se comer amendoim e pipoca. O tempo foi me ensinando que existiam mais esportes interessantes além do futebol e que a emoção estava em competir, em superar desafios.Com o tempo fui percebendo o sentido da palavra ídolo, até compreender que os ídolos podiam continuar sendo os mesmos desportistas de antes, mas o mundo os veria como diferenciados.
Disso tudo colho dois exemplos homônimos para chegar à realidade de um jovem atleta com muito talento, mas que ainda não teve a oportunidade de ser um ídolo.
Os homônimos são Ronaldo e Ronaldo: Gaúcho e Nazário. Ambos são grandes ídolos e conseguiram se transformar em milionários com o futebol. O Nazário tem como hobby trocar de mulheres e às vezes se dá ao luxo de dar uma espiada em alternativas "perigosas". Já o Gaúcho esteve em êxtase com o afeto das catalãs que insistiram tanto dizendo que ele é "lindo" que ele acabou acreditando. A luxúria com as mulheres é só um pequeno detalhe do deleite dos ídolos internacionais que antes de chegarem ao ápice da idolaria, passaram pela dúvida se eram realmente talentosos e qualificados, a ponto de ocuparem o destaque no mundo dos esportes.
Atualmente Nazário passou dos limites do peso e Gaúcho estava no mesmo caminho, mas despertado pelo irmão Assis, Vê-se em tempo de buscar a recuperação.
Pois na tarde de hoje conferia o treino de futebol da equipe aqui da cidade. Vi um atleta muito talentoso, correndo com desenvoltura, tocando a bola com classe, lançando, chutando a gol, driblando. O cara é incomum! Então resolvi falar com alguns amigos do clube que me responderam: - Ah, ele é muito novo, nunca jogou, é meio franzino.
Transmiti jogos do juvenil do Grêmio quando Ronaldinho Gaúcho tinha 15 anos. Era franzino e a verossimilhança com o garoto do JAC se diferencia na idade por apenas três anos.
Soube também que certa feita o treinador de um time de juvenis do interior do Rio Grande do Sul, recebeu a indicação de um atacante bom de bola. Na época o jovem de 16 anos jogava no São Cristóvão, no Rio de Janeiro. O treinador dispensou a indicação e disse que já tinha jogadores bons de bola. Não quis nem ver. O nome do garoto do Rio era Ronaldo Nazário, hoje um atleta fora de forma, mas que o mundo reconheceu como o melhor do mundo na década de 90.
Já quanto ao jovem de nome Netinho, o clube que detém o passe do garoto se orgulha do vínculo com o rapaz. Mas a miopía dos que não conhecem o futebol, acabam atravancando a caminhada deste grande talento.
O Netinho é jogador diferenciado, mas aqui parece que não se compreendeu ainda o que é ser diferenciado no futebol.
Isso me faz lembrar outra compreensão que tive na vida: quem só conhece o limão, não acredita que exista laranja.
Disso tudo colho dois exemplos homônimos para chegar à realidade de um jovem atleta com muito talento, mas que ainda não teve a oportunidade de ser um ídolo.
Os homônimos são Ronaldo e Ronaldo: Gaúcho e Nazário. Ambos são grandes ídolos e conseguiram se transformar em milionários com o futebol. O Nazário tem como hobby trocar de mulheres e às vezes se dá ao luxo de dar uma espiada em alternativas "perigosas". Já o Gaúcho esteve em êxtase com o afeto das catalãs que insistiram tanto dizendo que ele é "lindo" que ele acabou acreditando. A luxúria com as mulheres é só um pequeno detalhe do deleite dos ídolos internacionais que antes de chegarem ao ápice da idolaria, passaram pela dúvida se eram realmente talentosos e qualificados, a ponto de ocuparem o destaque no mundo dos esportes.
Atualmente Nazário passou dos limites do peso e Gaúcho estava no mesmo caminho, mas despertado pelo irmão Assis, Vê-se em tempo de buscar a recuperação.
Pois na tarde de hoje conferia o treino de futebol da equipe aqui da cidade. Vi um atleta muito talentoso, correndo com desenvoltura, tocando a bola com classe, lançando, chutando a gol, driblando. O cara é incomum! Então resolvi falar com alguns amigos do clube que me responderam: - Ah, ele é muito novo, nunca jogou, é meio franzino.
Transmiti jogos do juvenil do Grêmio quando Ronaldinho Gaúcho tinha 15 anos. Era franzino e a verossimilhança com o garoto do JAC se diferencia na idade por apenas três anos.
Soube também que certa feita o treinador de um time de juvenis do interior do Rio Grande do Sul, recebeu a indicação de um atacante bom de bola. Na época o jovem de 16 anos jogava no São Cristóvão, no Rio de Janeiro. O treinador dispensou a indicação e disse que já tinha jogadores bons de bola. Não quis nem ver. O nome do garoto do Rio era Ronaldo Nazário, hoje um atleta fora de forma, mas que o mundo reconheceu como o melhor do mundo na década de 90.
Já quanto ao jovem de nome Netinho, o clube que detém o passe do garoto se orgulha do vínculo com o rapaz. Mas a miopía dos que não conhecem o futebol, acabam atravancando a caminhada deste grande talento.
O Netinho é jogador diferenciado, mas aqui parece que não se compreendeu ainda o que é ser diferenciado no futebol.
Isso me faz lembrar outra compreensão que tive na vida: quem só conhece o limão, não acredita que exista laranja.


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